sábado, 25 de fevereiro de 2012

A moto desta viagem

Ano passado fui numa Yamaha XT 660R que pode ser vista na foto do post de 22 de fevereiro, abaixo.

Este ano vou com uma Honda XL 700 Transalp. O curioso é que o nome da moto vem de trans Alpes Europeus, mas vamos atravessar mesmo as Cordilheiras Andinas. Edmilson irá com uma igual.

O Carlos vai com uma Honda XRE 300, uma moto mais leve. Nos retões de asfalto quem ditará a velocidade será ele. Pela teoria das filas seguir a velocidade do elemento mais lento é o modelo mais eficiente. Nas estradas de rípio que faremos, aproximadamente uns 800 a 1.000 km, a maioria na Ruta 40 argentina e outra boa parte na Carretera Austral chilena, esta equação se inverte pois a XL 700 mais pesada será a mais lenta. O Carlos será bem mais feliz neste terreno que Edmilson e eu.

Ano passado Aldo e eu conhecemos o tal do rípio, que são pedras redondas que descem das Cordilheiras Andinas. Algumas pequenas e outras que chegam ao tamanho de meio punho fechado. Na travessia que fizemos do Chile para a Argentina, pelo passo Hua Hum e conhecendo os maravilhosos Sete Lagos argentinos, pegamos alguns quilômetros desse tipo de estrada. Não conseguimos andar a mais de 80 km por hora, isso nos melhores trechos. É uma pilotagem bem complicada e as curvas devem ser feitas com extremo cuidado para que a moto não derrape de frente o que causa um tombo fácil, ainda mais com as motos mais pesadas.

As fotos abaixo foram tiradas na casa dos nossos queridos vizinhos Yone e Lauro, que nos emprestam o Wi-Fi neste período que estamos sem internet em casa, justo no momento de preparação da viagem.

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